Análises Periódicas
Análises Laboratoriais
Incluso no mercado desde 1984, o laboratório mantém por décadas a excelente qualidade em análises de óleo mineral isolante (OMI), óleo vegetal isolante (OVI) e fluído de silicone.
A ITOIL Análises acompanha e atende às mais rígidas normas estabelecidas de acordo a Associação de Normas Técnicas (ABNT), seguindo métodos atualizados e padronizados. Oferece um completo e moderno laboratório de análises físico-químicas e cromatográficas, emite laudos e diagnósticos possibilitando o monitoramento de equipamentos elétricos.
Nossos equipamentos têm seu sistema de calibração monitorado por empresas especializadas, além de utilizar rotineiramente a comparação inter-laboratorial com os principais laboratórios das concessionárias do Sistema Eletrobrás.
Análise Físico-Química – NBR 10576
A análise Físico-Química, determina o grau de contaminação/deterioração do óleo mineral isolante, fator essencial para que o óleo permaneça cumprindo a função de isolar e resfriar o equipamento elétrico. Em caso de valores fora dos limites especificados de acordo com as Normas Técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), define-se o tratamento adequado, entre eles termo vácuo, substituição ou regeneração do óleo mineral, aumentando o tempo de vida útil do equipamento através da ação corretiva no tempo correto.
Nesse ensaio, estão inclusas as análises:
-
Cor
-
Densidade 20/40 ºC
-
Tensão Interfacial
-
Teor de água
-
Índice de Neutralização
-
Rigidez Dielétrica
-
Fator de Dissipação 90 ºC
-
ABNT NBR 14483
-
ABNT NBR 7148
-
ABNT NBR 6234
-
ABNT NBR 10710
-
ABNT NBR 14248
-
ABNT NBR 6869
-
ABNT NBR 12133
• Ensaio: Determinação da Cor
Método: ABNT NBR14483 – Colorímetro ASTM
A determinação da cor é usada para controle de deterioração ou contaminação do óleo. A amostra é comparada com um padrão colorido, o tom mais claro é classificado como 0,5 e quanto mais escura a coloração, mais alto o valor, chegando à 8,0 de classificação.
• Ensaio: Determinação de Densidade
Método: ABNT NBR 7148 – Método densímetro
A avaliação classifica a massa específica do óleo, indicando o tipo de óleo mineral. Valores diferentes podem indicar contaminação por outros líquidos.
• Ensaio: Determinação de Tensão Interfacial
Método: ABNT NBR 6234
A determinação da tensão interfacial entre óleo e água é um ensaio para se detectar contaminantes polares solúveis. A diminuição da tensão interfacial indica o grau de deterioração do óleo, que pode ser causada por problemas de alguns dos materiais do transformador (como vernizes, gaxetas, etc…) ou até possíveis contaminações durante operações, como enchimento e preenchimento de nível com óleo.
• Ensaio: Determinação de Teor de Água
Método: ABNT NBR 10710
Essa análise determina a concentração de água dissolvida no óleo. Um elevado teor de água indica más condições de operações, perdendo a função de isolação no equipamento. A umidade no óleo basicamente é absorvida pela umidade externa e/ou pela degradação da celulose e do próprio óleo dentro do transformador. O método ideal para correção é o tratamento termo vácuo.
• Ensaio: Determinação do número de acidez e de basicidade – Índice de Neutralização
Método: ABNT NBR 14248 – Método indicador
Um baixo índice de acidez do óleo é necessário para minimizar corrosão e condução de eletricidade. O aumento de acidez, somado aos outros ensaios, indica a taxa de envelhecimento do óleo, determinando a hora da substituição ou regeneração do óleo.
• Ensaio: Determinação da Rigidez Dielétrica
Método: ABNT NBR IEC 60156
O valor da rigidez dielétrica é uma indicação da capacidade do óleo de desempenhar sua função isolante no equipamento. A rigidez dielétrica diminui com a presença de partículas em suspensão no óleo, proveniente da deterioração do isolamento sólido na parte interna do equipamento. A umidade, absorção de água, também pode ser a causa a diminuição da rigidez dielétrica.
• Ensaio: Determinação do Fator de Dissipação (Fator de Potência)
Método: ABNT NBR 12133
Um alto fator de potência indica de presença de contaminantes ou de produtos que causam condutividade, acelerando a oxidação do óleo. O fator de potência aumenta com a temperatura e com a quantidade de substâncias polares provenientes da deterioração do óleo.

Análise
Cromatográfica
Método: ABNT NBR 7070 / 7274 – Cromatografia Gasosa
A análise cromatográfica permite identificar a ocorrência de defeitos e falhas associadas aos materiais dielétricos envolvidos no interior do equipamento, favorecendo sua monitoração para evitar paradas não programadas, além de diminuir o custo com reparos.
Com a constatação desses gases dissolvidos no óleo mineral, por cromatografia em fase gasosa e utilizando de métodos para avaliação na comparação destes gases, é possível diagnosticar o tipo de instabilidade, como falhas térmicas/elétricas, aquecimento, arcos ou descargas elétricas.
Gases analisados:
- Hidrogênio – H2
- Oxigênio – O2
- Nitrogênio – N2
- Metano – CH4
- Monóxido de Carbono – CO
- Dióxido de Carbono – CO2
- Etano – C2H6
- Etileno – C2H4
- Acetileno – C2H2



ANÁLISE DE TEOR DE PCB
Método: ABNT NBR 13882 – Cromatografia Gasosa
O termo PCB refere-se a bifenilas policloradas (PCB).
São classificados como produtos perigosos (Nº ONU 2315 – Classe 9) não biodegradáveis, bioacumulativos e altamente persistentes no meio ambiente.
O teor de PCB do óleo em equipamentos elétricos deve ser medido para confirmar se o óleo está isento de PCB. Sempre que houver um risco de contaminação potencial (tratamento de óleo, reparos em transformador etc.), o óleo deve ser analisado, de acordo com a ABNT NBR 13882. Se o teor de PCB exceder limites definidos, devem ser adotadas medidas conforme indicado na ABNT NBR 8371.